Você sabia que dados do IBGE de 2022 confirmam que 49,1% das casas brasileiras são chefiadas por mulheres? Esse número, que era 38,7%, passou para 49,1% em 12 anos.
Informações do IBRE mostram que entre 2012 e 2022 são 11,3 milhões de mães solo, onde 72,4% delas vivem em lares monoparentais, ou seja, somente elas e seus filhos.
Na prática, isso significa que, em muitas famílias brasileiras, a rotina, os gastos e o futuro dos filhos dependem do trabalho e da saúde de uma única pessoa. Não há um segundo salário para dividir as contas, nem um plano B se acontecer um imprevisto com a mãe.
É justamente aqui que o Seguro de Vida ganha um papel diferente: ele pode ajudar a proteger financeiramente quem mais depende de você. Entenda mais.
O que muda no planejamento financeiro de quem cria os filhos sozinha?
Criar os filhos sozinha impacta em toda a estrutura financeira de uma mãe, tanto no dia a dia como nos planos para o futuro de toda a família.
O primeiro ponto é justamente a dependência da renda de apenas uma fonte – sem um segundo salário para dividir ou cobrir as contas, os gastos costumam ser bem regrados.
E mesmo que a pensão alimentícia seja um direito das crianças, nem sempre ela é uma garantia.
Além disso, assim como em todas as demais famílias brasileiras, imprevistos acontecem: doenças, afastamento do trabalho, problemas pessoais ou outras variantes que podem impactar no orçamento mensal.
Diante de todo esse cenário, pode ser mais difícil manter uma reserva de emergência. Mas, como ter um planejamento bem definido para momentos de surpresas?
É aqui que o Seguro de Vida para mães solo pode ser uma alternativa bem interessante para proteger o futuro de seus filhos.
Por que o Seguro de Vida é importante?
Quando se cria os filhos sozinha, faz parte do cotidiano pensar “e se eu não estiver mais aqui, como será o futuro das crianças?”.
Em famílias com dois responsáveis, naturalmente a resposta é a outra pessoa. Já para esse formato, é preciso pensar em outras alternativas – e é aí que o Seguro de Vida entra em cena.
Dessa forma, ele pode servir para as seguintes situações:
- manter as contas de casa estáveis durante um período de emergência;
- dar continuidade aos estudos dos filhos;
- evitar a necessidade de empréstimos ou a venda de bens para pagar contas urgentes;
- complementar a renda em casos específicos de invalidez ou doenças graves da mãe.
Aqui é importante pensar em uma apólice que melhor se enquadre em cada composição familiar, rotina, despesas e objetivo em comum dos membros.
Seja qual for a apólice escolhida, o ponto central continua o mesmo, que é cobrir a lacuna que em outras famílias ficaria por conta de um segundo responsável.
Como o Seguro de Vida protege os filhos?
O Seguro de Vida permite uma proteção por meio de três pontos:
- o capital segurado: que é o valor que a seguradora pagará no caso do sinistro (de acordo com as coberturas selecionadas), sendo essa quantia definida pela mãe na contratação conforme suas preferências;
- os beneficiários escolhidos: nesse caso são os filhos. É possível dividir a quantia entre cada um deles conforme desejado;
- e como a indenização será paga.
Aqui vale sinalizar que a indenização vai direto para os beneficiários, sem ter que passar por inventário e anos de processo judicial de partilha, o que normalmente atrasa o recebimento do valor.
Ademais, não há aplicação de imposto de renda sobre o valor do Seguro de Vida de até R$40 mil – segundo a legislação atual -, conservando o montante para os dependentes.
Posso indicar meu filho menor de idade como beneficiário?
É possível indicar seus filhos menores de idade como beneficiários, porém, eles não podem administrar essas quantias até atingirem 18 anos de idade.
Dessa forma, o valor não vai direto para uma conta no nome das crianças, ficando sob responsabilidade de um representante escolhido, que administrará o valor até que um dos menores atinja a maioridade.
Em famílias que possuem dois responsáveis, se acontece a falta de um, geralmente a administração passa direto para o outro.
Porém no caso de mães solo, é indicado conversar com a seguradora sobre a questão do beneficiário menor de idade na apólice, ou, definir quem será essa pessoa de confiança, se necessário.
Depois disso, é preciso formalizar essa escolha por meio de uma documentação reconhecida em cartório, eliminando quaisquer riscos de disputas familiares ou problemas no acesso ao benefício.
Vale considerar coberturas além da morte?
Com certeza! Para mães solo que estão pensando em contratar um Seguro de Vida, não é só o falecimento que pode “secar” a fonte de renda de seus filhos.
Outras possibilidades que também devem ser consideradas são:
- doenças graves: receba valores para tratamentos, exames ou manutenção do lar em casos de câncer, AVC, infarto ou outras possibilidades;
- diária por incapacidade temporária (DIT): se precisar se ausentar do trabalho por enfermidades ou acidentes, receba o correspondente a um valor diário estipulado;
- assistência funeral: aqui se tem a cobertura no caso de falecimento, evitando com que sua família arque com altos custos em um momento sensível.
Independente de qual seja sua escolha, vale a pena conversar com a seguradora e encontrar a melhor apólice para você e seus filhos.
Como pensar no valor do capital segurado?
Como você viu anteriormente, não há uma fórmula específica para o Seguro de Vida para mães solo: é preciso pensar em todas as necessidades do seu núcleo familiar.
Depois disso, leve em consideração alguns detalhes para ter uma resposta mais certeira:
- quais são as minhas despesas fixas mensais? Seja de aluguel, educação, alimentação, contas, financiamento, dívidas e todos os custos básicos;
- quanto tempo até que meus filhos sejam independentes financeiramente? Calcule qual o período até que eles possam se manter sozinhos.
Uma conta interessante para usar como ponto de partida é de 5 a 10 vezes a sua renda anual – lembre-se que isso é apenas uma sugestão!
Assim, o valor do prêmio dependerá do seu orçamento, podendo ser ajustado com o passar do tempo e com as mudanças da família.
Conheça o Seguro de Vida MAG!
Independente do valor ou da apólice escolhida, o mais importante é dar o primeiro passo. O Seguro de Vida da MAG foi pensado para se adaptar à realidade de cada família, com coberturas que vão da desde o falecimento, doenças graves até incapacidade temporária.
Conheça as opções de Seguro de Vida da MAG e simule a que melhor se encaixa na sua rotina.
FAQ – Perguntas frequentes
Mãe solo pode contratar Seguro de Vida normalmente?
Sim. Não há nenhuma restrição de contratação de Seguro de Vida para mães solo, sendo o processo similar a de outras composições familiares. Ela pode escolher livremente o capital segurado, as coberturas e os beneficiários, incluindo os próprios filhos, conforme sua necessidade e orçamento.
O Seguro de Vida substitui a pensão alimentícia?
Não, são coisas diferentes: a pensão alimentícia é um direito legal da criança, devido pelo outro genitor; enquanto o Seguro de Vida é uma proteção financeira complementar, contratada voluntariamente. O Seguro de Vida não substitui essa obrigação, mas pode ajudar a reduzir o impacto caso a renda principal da casa seja interrompida.
O valor do seguro entra no inventário?
Não. Pelo Código Civil, o capital do Seguro de Vida não é considerado herança e é pago diretamente aos beneficiários indicados na apólice, sem precisar passar pelo processo de inventário. Isso agiliza o recebimento do valor pelos filhos, mesmo durante a partilha dos demais bens da família.
Quem tem direito a um seguro de vida de uma mãe solteira?
Quem a própria mãe escolher na apólice, geralmente os filhos, mas pode ser qualquer pessoa de sua confiança. Se nenhum beneficiário for indicado, a indenização segue a ordem de sucessão do Código Civil, dividida entre cônjuge (se houver) e herdeiros legais, como os próprios filhos.






