Como ensinar educação financeira infantil para seus filhos?
Publicado em: 29/07/202617 minsÚltima modificação em: 29/07/2026

Educação Financeira

Como ensinar educação financeira aos filhos? +25 dicas para você

A educação financeira infantil é um assunto para fazer parte da vida dos seus filhos desde cedo. Não sabe por onde começar? Confira aqui nossas dicas!

Crianças aprendem pelo exemplo. Não adianta falar sobre economia se, em casa, elas veem gastos descontrolados ou promessas quebradas. Os pais são os principais professores quando o assunto é dinheiro. E, ao contrário do que muitos pensam, não é preciso esperar a adolescência para começar a ensinar a educação financeira infantil.

Por meio de boas lições e práticas, você pode preparar seu filho para ter uma vida brilhante e segura por meio da educação financeira, ensinando sobre a real importância da economia e da relação responsável com o dinheiro. Neste post, compartilhamos várias dicas para ajudar os pais a prepararem seus filhos para lidar com as finanças de maneira equilibrada e positiva. Acompanhe!

O que é educação financeira infantil?

A educação financeira infantil é o processo de ensinar às crianças conceitos básicos sobre o uso consciente do dinheiro desde os primeiros anos de vida. Essa prática estimula a habilidade de poupar quantias e a capacidade de montar um planejamento financeiro mais para frente, quando a criança crescer.

Essa educação também é capaz de formar adultos preparados para lidar com os desafios financeiros da vida adulta e capazes de tomar decisões mais equilibradas e sustentáveis.

Qual é a importância de ensinar educação financeira para os filhos?

Educar os filhos financeiramente é fundamental para criar consumidores mais inteligentes e que, consequentemente, conseguirão seguir uma vida de forma tranquila e saudável quanto às finanças. Vale a pena fazer um esforço e começar a apresentar a importância do dinheiro desde cedo, para que se faça a boa gestão dele.

A infância é o melhor momento para ensinar hábitos e valores que acompanharão os seus filhos ao longo da vida. Quando uma criança aprende que o dinheiro não é infinito, que ele precisa ser conquistado com esforço e que suas escolhas têm consequências, ela começa a desenvolver senso de responsabilidade, planejamento e paciência.

Além disso, envolver as crianças no planejamento financeiro familiar pode fortalecer os vínculos familiares, estimular o diálogo e contribuir para uma relação mais saudável com o dinheiro desde cedo. Quando seus filhos crescerem, eles serão capazes de manter as contas no azul, de investir em bons ativos financeiros e de conquistar todos os sonhos e planos que estabelecerem.

Dicas para ensinar educação financeira infantil ao seu filho

Se seu filho for um adulto endividado, é a seu socorro que ele correrá. Melhor prevenir isso com formação desde cedo, certo? Então confira abaixo as dicas que preparamos sobre educação financeira para crianças!

1. Aproveite o momento em que elas começam a contar

Sua criança já começou a aprender a contar? Então você já pode começar a introduzir a educação financeira por meio de atividades lúdicas ou desenhos animados que mostrem à criança a importância de guardar parte do que se tem.

2. Use a mesada como laboratório para o aprendizado

Além de estimulá-la com jogos e leituras de livros infantis sobre educação financeira, use a mesada como um momento em que a criança pode simular tudo o que vem aprendendo de vocês (pais). A mesada deve ser uma “prova prática” sobre como a criança está assimilando seus conhecimentos sobre educação financeira.

Mas atenção: nada de relacionar mesada a estudo! A criança deve entender desde cedo que, assim como os adultos, ela também possui algumas obrigações que devem ser cumpridas e uma delas é o estudo. Ela não deve receber um prêmio por boas notas. Estudar é responsabilidade da criança e ela deve entender isto.

3. Mostre a importância de poupar e de gastar melhor o dinheiro

O dinheiro é apenas um instrumento para alcançarmos nossos sonhos e objetivos materiais. Isso deve ficar claro para a criança desde os primeiros anos de vida. Há uma parcela do que ganhamos que deve ser usada para lazer, outra para investimentos.

E você pode mostrar isso, na prática, adesivando 4 “cofrinhos porquinhos”, cada um contendo respectivamente as palavras “investimento”, “doação”, “despesas” e “poupança”. O porquinho “despesas” se destina ao cumprimento de objetivos de curto prazo, caso de um lanche ou um sorvete, por exemplo. O porquinho “poupança”, por sua vez, deve ser direcionado para objetivos de médio prazo (caso de um brinquedo, que só poderá ser comprado com alguns meses/anos de economia).

Já a conta “investimentos” deve se relacionar ao longo prazo, uma reserva financeira para a vida da criança. O último cofrinho é “doação”, uma vez que é imprescindível estimular desde pequeno o filho a ser altruísta.

4. Não cometa os “4 erros crassos” da educação infantil

  • Dar ao filho tudo o que você não teve;
  • Tentar fazer seu filho feliz 100% do tempo;
  • Comprar bom comportamento;
  • Não entender que o melhor exemplo vem de casa;

Autoexplicativo, não? A propósito, você comete alguns desses erros?

5. Fale sobre o poder do tempo

Paciência é uma virtude ausente na maioria das crianças de hoje. Por isso, faz parte das dicas de educação financeira ensinar seus filhos que o tempo amadurece e nos prepara para recebermos o que sonhamos. A criança deve entender que juntar dinheiro é uma maneira de atingir seus alvos, mas isso depende de tempo — e ele precisa ser respeitado.

6. Esclareça a diferença entre básico e supérfluo

O que é básico? O que é útil? E o que é essencial? Não é fácil para uma criança responder isso. Gastos com estudo são básicos; despesas com guloseimas, por exemplo, são úteis (do ponto de vista da criança); gastos excessivos com brinquedos podem ser supérfluos, especialmente se a caixa de brinquedos da criança já estiver lotada.

É importante que seu filho tenha a consciência de que priorizar é algo necessário. Até porque, em geral, propagandas infantis incitam nos pequenos o desejo incontrolável de ter algo supérfluo. Explique a ele essas diferenças.

7. Explique como funciona o cartão de crédito

Explique ao seu filho o que é e como funciona um cartão de crédito. Que as empresas que te dão o cartão emprestam dinheiro e, se você não pagar dentro do prazo, te obrigam a pagar o dobro ou o triplo do que deveria. E, se isso acontecer, você não conseguirá comprar mais nada em casa, porque vai virar uma espécie de escravo da empresa.

Mas um cartão de crédito pode não ser um vilão tão cruel, desde que saibamos usá-lo com cuidado. Aproveite a oportunidade para falar sobre juros, um tipo de punição que o banco impõe por pegar dinheiro emprestado com ele.

8. Enfatize que dinheiro é consequência do esforço (físico e mental) dos pais

Transmita à criança que salário é o valor pago pelo esforço que você faz mensalmente no trabalho. Explique quais são suas atividades diárias e o valor da hora trabalhada.

Essa consciência vai dar maior concretude à origem do dinheiro e possivelmente tornará seu filho mais compreensivo com o velho “eu não tenho dinheiro”. Até porque ele certamente não vai querer ficar menos tempo com o pai/mãe, certo?

9. Inclua a criança em pequenas decisões financeiras

Educação financeira é a arte de renunciar, de fazer escolhas que abrem mão do presente em nome do futuro. Em geral, para alcançarmos o que desejamos, temos que desistir de outras coisas, ainda que temporariamente. Inclua seus filhos nas decisões financeiras para que eles aprendam essa máxima.

Comece esse exercício, na prática, no supermercado. Separe um valor, entregue nas mãos dele e diga que ele terá de escolher quais produtos levar com a quantia que possui. As dicas de educação financeira que estimulam a prática devem ser sempre enfatizadas pelos pais.

10. Ensine que dinheiro não é tudo

É importante destacar que dinheiro não é tudo. Trata-se tão somente de um instrumento para podermos vivenciar uma experiência ou ter um bem. É só um meio, não um fim. Será que seu filho tem esse conhecimento?

Existem valores mais relevantes na vida, como ter momentos agradáveis em família, brincar com seus amigos, ser bom com o próximo (lembra das doações?), entre outros.

11. Incentive o empreendedorismo

Quanto mais cedo a criança for estimulada a usar a sua criatividade para solucionar pequenos problemas, mais fácil é a assimilação do comportamento empreendedor e o desenvolvimento de habilidades como iniciativa, visão de futuro e persistência.

Os pais podem incentivar os filhos a buscarem alternativas lucrativas com a coleta de materiais recicláveis ou com atividades artesanais, por exemplo. Embora possam parecer pouco eficazes, essas estratégias são bastante interessantes para encorajar os pequenos aprendizes e manter a motivação em alta.

12. Lembre-se que a educação financeira é um processo contínuo

É preciso não perder de vista que, como qualquer aprendizado, a educação financeira é um processo contínuo que deve acontecer junto à apresentação de valores corretos, sempre ilustrados no cotidiano.

À medida que a capacidade de compreensão dos seus filhos se amplia, eles são capazes de aplicar as lições aprendidas e observar os resultados dos próprios atos, o que resulta em comportamentos diferentes. Para que isso aconteça, é fundamental adequar os ensinamentos oferecidos e as atitudes ensinadas à idade de cada filho.

13. Invista em ativos para as crianças

Existem várias alternativas de investimento que podem ser utilizadas para garantir um futuro melhor para o seu filho, como uma previdência privada para menores. Para mostrar a importância dessas atitudes, vale a pena conversar e conscientizar os pequenos sobre a importância da poupança e dos investimentos. Assim, você mostra, na prática, como essa ação consegue gerar impactos extremamente positivos.

14. Aproveite a tecnologia

Os recursos tecnológicos podem ajudar a ensinar educação financeira aos pequenos com jogos que envolvam aspectos financeiros ou aplicativos para controlar a mesada. Assim, você pode melhorar o entendimento do que fazer com o dinheiro e, consequentemente, prepará-los para ter um futuro tranquilo e seguro no aspecto financeiro.

15. Mostre o valor das coisas

Ilustrar o valor das coisas é outro passo importante para as crianças entenderem a relevância do planejamento financeiro familiar. Os pequenos devem saber que tudo tem seu preço e cada item que eles ganham é fruto do esforço e do trabalho dos pais.

Assim, eles vão aprender a valorizar cada pequena conquista da família, como a troca de um carro ou uma viagem de férias. Mesmo pequenos presentes devem ser valorizados pelos pais. Mostre para a criança que até coisas que custam pouco (como figurinhas e um picolé na praia) têm impacto no orçamento quando são somadas.

6 livros de educação financeira para crianças

Quando os filhos parecerem desmotivados com a educação financeira, brincar pode ser a resposta! Alguns livros sobre empreendedorismo e finanças especialmente desenvolvidos para estimular o aprendizado das crianças e dos adolescentes podem ajudar nessa missão.

1. O pé de meia mágico

Editora Mais Ativo

O livro fala da rotina de dois irmãos muito amigos, mas que pensam e agem de maneira diferente em relação a tudo, inclusive o dinheiro. A história faz uma reflexão sobre as vantagens da preservação de brinquedos e roupas. Além disso, estimula as crianças a separar uma pequena parte da mesada para realizar seus objetivos, incentivando o hábito da poupança.

2. Vingadores: Salvando o Dia

Marvel Digital Comic

Educação financeira em quadrinhos. A Marvel Comics se juntou com a Visa Inc para criar este gibi que ensina as crianças a se tornarem os “super-heróis” das finanças. Ele pode ser adquirido gratuitamente no site da Marvel

3. O Menino do Dinheiro

Editora DSOP

O menino do dinheiro mostra um personagem determinado, sonhador, curioso, entusiasmado pela vida. O livro ensina sobre poupança e a conquista de objetivos financeiros. Leia Mais: Saiba como falar sobre educação financeira com as crianças

4. O Menino, o Dinheiro e os Três Cofrinhos

Editora DSOP

Segunda publicação da série “O Menino do Dinheiro”, este livro utiliza o mesmo personagem que, nesta versão, ganha um inusitado presente da mãe: três cofrinhos em formato de porquinhos.

5. Descobrindo o Valor das Coisas: O Guia da Educação Financeira para Pais e Professores Ensinarem as Crianças

Editora Gente

Com a ajuda da Turma da Mônica, o livro ajuda os pais e professores a ensinarem às crianças temas da educação financeira, de forma divertida e lúdica.

6. Dinheiro, Dinheirim – Moeda no Cofrim

Editora Senacsp

Com uma linguagem em versos, o livro conta a história do porquinho Dindim, que ensina a arte de poupar. Uma atitude que deve começar logo na infância e deve ser prolongada para a fase adulta.

Como engajar as crianças no planejamento financeiro familiar?

Cada parente deve estar consciente de quanto seus custos representam no orçamento familiar, mas e as crianças, que ainda não têm plena consciência do uso do dinheiro, nem responsabilidade direta no orçamento? O primeiro passo é educar pelo exemplo — ou seja, ter hábitos financeiros saudáveis para que os filhos aprendam da melhor forma possível os perigos de gastar demais.

Veja como engajar as crianças no planejamento financeiro familiar!

1. Trace metas de economia com a participação de todos

Traçar metas significa definir alvos para atingir, e as crianças também devem estar engajadas no percurso para alcançá-los. Nesse contexto, é necessário estipular um valor máximo a gastar com brinquedos, jogos e lanches mensalmente.

Você pode ainda desenvolver metas sobre o uso consciente da energia elétrica, água, celular e internet, por exemplo. Toda família deve se esforçar por atingir as metas propostas, mas é importante também que elas sejam realistas. Não adianta ir muito longe se ninguém será capaz de cumpri-las dentro do prazo e das condições propostas.

2. Recompense o sucesso das crianças

Como todos sabem, uma maneira de estimular a criança em qualquer processo de educação é oferecer reforços positivos por meio de algum tipo de recompensa quando ela cumpre o que vocês combinaram, por exemplo. Assim, ela se sente feliz e reconhecida, admite que tem importância dentro do planejamento financeiro familiar.

As recompensas não precisam ser necessariamente materiais, inclusive porque está educando as crianças sobre os valores adquiridos pelo poder de compra. Você pode alterná-las entre um brinquedo, uma hora a mais de uso de eletrônicos ou um passeio especial. Muitas vezes, até um simples elogio já é uma forma de reconhecimento e estímulo.

3. Ouça as demandas de todos

Se o planejamento é conjunto, todos os membros da família devem ser ouvidos. Portanto, suas opiniões e necessidades devem ser levadas em consideração. Esse é um princípio democrático. Se os provedores principais simplesmente ditarem normas e exigirem seu cumprimento pelos dependentes, o resultado poderá ser rebeldia diante das metas e a perda de uma valiosa oportunidade educativa.

Ouvir os desejos e necessidades das crianças é uma forma de mostrar que elas não são “cartas brancas” no planejamento financeiro familiar, um dos pilares de uma família funcional e feliz. Assim, elas certamente darão sua contribuição com mais interesse e poderão diferenciar o que é importante de coisas que podem ser dispensadas em prol do equilíbrio do orçamento doméstico. Ou seja, não quer dizer que tudo que for pedido pela criança será atendido, mas sim que ela tem o direito de se manifestar, até para haver uma conversa honesta.

4. Defina sonhos em família

Definir metas de gastos em família é importante, mas incentivar todos os membros da casa a trabalhar em nome de sonhos em comum também é. Anualmente, todos podem sentar e decidir qual será o objetivo em comum dos próximos 12 meses.

Pode ser uma viagem de férias, uma reforma na casa, a adoção de um animal de estimação ou a troca do carro, por exemplo. O importante é que seja um objetivo que, quando conquistado, todos poderão usufruir e aproveitar. Mesmo os pequenos podem participar.

Todos devem entender que será preciso fazer certos sacrifícios em nome de um bem maior, como abrir mão de almoçar fora todo fim de semana para economizar.

5. Faça compras com seus filhos

Levar as crianças às compras — como as de supermercado — é desaconselhável, se isso for uma rotina. Não significa que você jamais possa dar a elas essa experiência. Pelo contrário: é interessante que, em algum momento, você as leve junto para aproveitar a oportunidade para ilustrar a realidade do chamado custo de vida.

Mostrar a elas que o preço das coisas em função de um valor para aquisição e uma lista de compras vai fazer com que elas desenvolvam sua capacidade financeira, na medida em que observam suas escolhas feitas em relação a certos produtos ou estabelecimentos. Pouco a pouco, elas vão ganhar noções sobre custo-benefício, economia, descontos, promoções, lucro, juros etc.

6. Ensine as crianças a anotarem seus gastos

Outro passo importante para envolver as crianças no planejamento financeiro familiar é mostrar como o hábito de registrar gastos é positivo para entender a relação com o dinheiro. Comece da forma mais simples possível: dê um caderninho específico para esse fim e oriente os pequenos a anotarem toda e qualquer despesa que fizerem, por menor que ela seja.

Explique que, além de anotar gastos, eles devem criar o hábito de uma vez por semana e/ou uma vez por mês sentarem para analisar em que áreas tiveram mais despesas. Mostre para eles que refletir sobre o que gastam é importante para saberem se realmente estão usando dinheiro nas coisas que os deixam felizes.

7. Delegue tarefas para os filhos

Engaje as crianças na vida financeira da família não só na hora de planejar, mas, também, estimulando-as a colocar a mão na massa. Uma forma de fazer isso é delegar tarefas para os filhos. Nesse sentido, é importante escolher atividades que possam ser feitas com certo grau de independência, considerando também a idade.

Mesmo os menores podem participar das tarefas, guardando seus brinquedos no fim do dia ou fazendo a cama ao acordar, por exemplo. Essa é uma boa oportunidade de mostrar para os pequenos a diferença entre atividades que são suas responsabilidades e aquelas que são extras e, por sua vez, podem ser uma espécie de “fonte de renda” para eles. Se arrumar a cama é uma responsabilidade, ajudar a cortar a grama pode ser considerada uma atividade extra, que merece uma recompensa.

Pratique a educação financeira infantil agora!

Viu como a educação financeira para crianças é fundamental? O importante é estabelecer um diálogo tranquilo com os filhos para que, à medida que cresçam, eles tenham a segurança necessária para cuidar do próprio dinheiro e conquistar seus objetivos pessoais e profissionais.

Além disso, vale a pena aportar dinheiro em uma previdência privada e em um Seguro de Vida para garantir proteção e boas condições em caso de imprevistos. Assim, mesmo que uma ocasião adversa aconteça, você assegura uma boa condição futura para seus filhos terem segurança financeira.

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Caroline Parreiras

Caroline Parreiras

Caroline Parreiras é analista de comunicação institucional da MAG Seguros, onde atua há mais de sete anos. Jornalista com pós-graduação em Marketing, tem mais de uma década de experiência em comunicação, com foco em conteúdo digital e inbound marketing. No blog da MAG, transforma temas técnicos, como seguros, previdência e finanças, em informações simples e úteis para o dia a dia, ajudando o leitor a tomar decisões mais seguras e conscientes.