Sim, vale a pena! Os números confirmam que o setor segurador brasileiro encerrou 2024 com crescimento de 12,2% e arrecadação de R$ 751,3 bilhões, segundo a CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras).
Para 2026, a projeção é de R$ 808 bilhões, com crescimento estimado de 5,7%. Esse mercado já responde por cerca de 6,2% do PIB nacional, com expectativa de alcançar 10% até 2030.
Mas assim como o ramo de seguro cresce, também é preciso especialização e capacidade de ser diferente. Portanto, entenda o que está diferente, o que mudou, onde estão as oportunidades atuais e o que se espera do profissional de seguros agora.
Qual é o cenário do mercado de seguros?
Mesmo com um cenário macroeconômico mais desafiador no primeiro semestre de 2025, o setor manteve crescimento de 4,2% no período, segundo a CNseg. No fechamento de 2024, a expansão foi de 12,2%, com R$ 751,3 bilhões arrecadados.
Conectado com isso, dados da Susep divulgados pela Fenacor mostram que o Brasil possui mais de 142 mil corretores de seguros ativos em 2025, sendo que em maio de 2023 eram 129 mil registros, representando um crescimento de 10% em dois anos da profissão.
Vale a pena trabalhar com seguros?
Com base nesse cenário, sim. Uma das principais vantagens é o modelo de remuneração, visto que o corretor de seguros recebe comissionamento sobre as apólices comercializadas, o que significa que não há teto fixo de ganhos.
Quanto maior e mais diversificada a carteira de clientes, maiores tendem a ser os rendimentos, com possibilidade de receita recorrente ao longo do tempo, conforme as apólices são renovadas.
Outro fator relevante é a autonomia. É possível definir horários, escolher com quem trabalhar e estruturar a própria rotina, o que tem se tornado um diferencial cada vez mais valorizado por profissionais que buscam equilíbrio entre vida pessoal e carreira.
Além disso, diante da adaptação dos negócios ao digital, o trabalho remoto se tornou completamente viável para corretores, abrindo possibilidade de atender clientes em diferentes regiões sem precisar de estrutura presencial.
Onde estão as oportunidades no mercado de seguros?
Existem algumas frentes que se destacam mais do que outras no cenário atual dentro do ramo de seguros, como:
- Seguro de vida: o Brasil ainda tem baixa penetração nesse ramo, o que representa uma enorme janela para corretores que souberem abordar o tema com planejamento financeiro e sucessão patrimonial;
- Seguros cibernéticos: a proteção contra riscos digitais cresceu 880% em cinco anos no Brasil, segundo a CNseg, impulsionada pelo aumento dos ataques digitais e pela digitalização das empresas;
- Seguros empresariais: MEI, pequenas e médias empresas estão cada vez mais buscando cobertura, um nicho que ainda é pouco explorado pela maioria dos profissionais;
- Insurtechs: startups do ramo estão contratando corretores para desenvolver soluções digitais, plataformas de cotação e produtos inovadores como micros seguros e seguros mensais.
A tendência do Open Insurance também deve gerar novas possibilidades nos próximos anos, permitindo maior portabilidade e personalização de produtos, abrindo espaço para corretores que se antecipam às mudanças regulatórias.
Que perfil e habilidades são valorizados hoje?
O diferencial do corretor de seguros de hoje é combinar conhecimento técnico com capacidade de relacionamento.
Mas há muito mais do que isso. Algumas qualidades que mais chamam a atenção são:
- Empatia e escuta ativa: entender a real necessidade do cliente antes de oferecer qualquer produto é o que separa um bom atendimento de uma venda que vai ser cancelada em 60 dias;
- Conhecimento dos produtos: o setor é amplo e os produtos têm nuances importantes; corretores que dominam o que vendem constroem autoridade e conseguem fidelizar carteira;
- Adaptação ao digital: ferramentas de CRM, plataformas de cotação online e até inteligência artificial já fazem parte do dia a dia dos corretores mais eficientes;
- Capacidade de especialização: focar em um nicho, tende a gerar mais resultados do que tentar ser generalista em um mercado que ficou mais competitivo.
Quais são os desafios de trabalhar com seguros?
Faz sentido falar sobre isso também, afinal, o mercado cresceu, e a competição entre os profissionais acompanhou esse crescimento.
A entrada de mais corretores e a digitalização de parte do processo de contratação aumentaram a concorrência, especialmente nos produtos mais simples. Por isso, quem entra esperando resultados imediatos pode se frustrar, isso porque construir uma carteira relevante leva tempo e exige consistência.
Outro ponto é a necessidade de sempre inovar e estudar o setor, que muda rapidamente, tanto por novas regulações, novos produtos e pelo comportamento do consumidor.
Como começar a trabalhar com seguros?
Para atuar como corretor de seguros no Brasil, é necessário obter a habilitação junto à Susep, incluindo a aprovação em exame técnico e registro no órgão. Todo o processo pode ser feito de forma autônoma ou dentro de uma corretora ou seguradora, sem a exigência de graduação específica.
Para entender em detalhes o processo de habilitação, exames e caminhos de entrada, confira o artigo completo sobre formação para ser corretor de seguros.
Por que contar com a MAG Seguros?
A MAG Seguros é uma empresa referência no mercado de seguros pelos serviços variados à disposição do cliente e soluções alinhadas às necessidades dos mais diversos públicos.
Ao se tornar um corretor parceiro da instituição, você contará com todo o suporte necessário para se desenvolver como profissional com grupos de estudos, capacitação contínua e uma estrutura pensada para quem quer crescer de forma consistente no setor.
Com mais de 190 anos de atuação e presença consolidada no seguro de vida e previdência privada, a MAG Seguros oferece ao corretor parceiro um portfólio sólido e o reconhecimento de uma marca com história no setor.
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FAQ – Perguntas frequentes
Quanto ganha alguém que trabalha com seguros?
O corretor de seguros não tem salário fixo, já que a remuneração vem de comissionamento sobre as apólices vendidas e renovadas. Não há teto de ganhos, o que significa que os rendimentos crescem proporcionalmente ao tamanho e à qualidade da carteira de clientes construída ao longo do tempo.
Precisa de formação específica para trabalhar com seguros?
Para atuar como corretor, é necessário obter habilitação junto à Susep, que inclui aprovação em exame técnico e registro no órgão. Não há exigência de graduação específica, mas conhecimento técnico dos produtos e capacitação contínua fazem diferença real no desempenho.
O corretor de seguro precisa de muito investimento para começar?
Não, o principal investimento é de tempo e estudo. No quesito de estrutura física, é indicado um bom computador, celular e acesso à internet.





