Parcelamento ou pagamento mínimo do cartão de crédito?  

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ícone de calendário indicando a data da publicação​ Criado em 19/03/2024 | Atualizado em 19/03/2024

O pagamento mínimo do cartão de crédito é uma das alternativas mais buscadas por quem está tentando amenizar as dívidas. Mas será que este é o melhor método para controlar as finanças?

O cartão de crédito é um recurso muito prático. Mas, se não for usado com sabedoria, pode arruinar a vida financeira de qualquer pessoa.

Isso acontece porque quem não faz o pagamento integral da fatura pode optar pelo parcelamento ou pelo pagamento mínimo do cartão de crédito. Ou seja, as duas alternativas representam juros.

E juros levam a dívidas…

Mas qual é a diferença entre os dois e qual é o melhor caminho a seguir? Continue acompanhando para saber!

Diferenças entre parcelamento e pagamento mínimo do cartão de crédito

Para entender a melhor alternativa para você, é importante conhecer a fundo as vantagens e desvantagens de cada opção. Confira!

Como funciona o pagamento mínimo do cartão de crédito?

Quando o consumidor não pode arcar com o valor total da fatura, os bancos disponibilizam a opção de fazer o pagamento mínimo do cartão de crédito.

Isso significa que, no próximo mês, o restante que não foi pago será cobrado com juros. E se houver compras nesse meio tempo, haverá acréscimo de tudo que foi gasto.

Então, o ideal é fazer o pagamento mínimo e não realizar nenhuma compra entre um mês e outro?

Esta é a situação ideal somente se, no mês seguinte, o consumidor quitar o débito.

Se a pessoa fizer novamente o pagamento mínimo do cartão de crédito, os juros vão se acumulando, até se transformarem na temida “bola de neve”.

Só para exemplificar: o usuário do cartão tem um débito de R$ 2 mil. Ele realiza o pagamento mínimo de 20%.

No próximo mês, virão:

  • R$ 1.600 + juros do cartão (6%, como hipótese)
  • Taxas de IOF diário e mensal sobre R$ 1.600

Isso, se não houver nenhuma compra entre um mês e outro. Em resumo, fica quase impossível se livrar dos débitos do cartão pagando o valor mínimo todo mês.

Como ocorre o parcelamento do cartão de crédito?

pagamento mínimo do cartão de crédito

Quando o valor devido é muito alto e não há possibilidade de pagar o total da fatura, o parcelamento pode ser a solução, embora também haja juros nessa modalidade.

A grande vantagem aqui é o valor fixo a ser pago mensalmente, até o final do acordo.

E com o valor integral predefinido, o consumidor não terá surpresas, pois os juros já estão embutidos nas prestações.

Afinal, qual é melhor: parcelamento ou pagamento mínimo do cartão de crédito?

O melhor mesmo é não ter que recorrer a nenhuma dessas opções e planejar a vida financeira fazendo investimentos sempre que possível.

Mas, no caso da quitação de débitos, o pagamento mínimo é indicado somente se a pessoa puder arcar com o valor total da fatura do mês seguinte.

Caso contrário, os juros sobre juros impossibilitam a liquidação da dívida.

O parcelamento é o mais recomendado para quem não pode pagar integralmente.

É importante destacar que os juros dessa categoria são menores que a opção de pagamento mínimo, por isso, é permitido saldar a dívida em um prazo maior.

Faça um planejamento financeiro e livre-se das dívidas!

Quando o parcelamento se torna um pesadelo

Ao optar pelo pagamento parcelado, o usuário tem o limite do cartão comprometido, que é liberado gradativamente, conforme as prestações vão ocorrendo.

Se houver novas compras, estes valores serão incluídos em uma nova fatura. Dessa forma, pode haver a necessidade de um segundo parcelamento.

Portanto, quem quer realmente liquidar os débitos no cartão, deve se manter atento para não fazer novas compras.

Entenda como controlar e melhorar a vida financeira

Cultivar uma vida financeira saudável vai muito além de liquidar as dívidas do cartão de crédito.

Existem formas de garantir segurança financeira, planejando o bem-estar de quem se preocupa com o próprio futuro e também com o da família.

Além de formar uma reserva de emergência e fazer investimentos, há formas de se proteger contra imprevistos, construindo o seu amanhã e encaminhando a vida daqueles que você quer bem!

Previdência Privada

Quem investe na Previdência Privada garante um padrão de vida tranquilo na aposentadoria, visto que a construção de uma reserva financeira acontece por meio de contribuições regulares a longo prazo.

Porém, este investimento também pode ser utilizado para outros fins. Como custear uma boa faculdade para os filhos, comprar um imóvel, financiar uma viagem dos sonhos, entre outros projetos.

E o investidor ainda pode escolher o valor das aplicações e o tempo de contribuição. A Previdência Privada oferece duas modalidades: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) — mais indicado para quem faz declaração do Imposto de Renda — e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) — recomendado para quem é isento do IR ou faz a declaração simplificada.

A dedução do Imposto de Renda ocorre nas duas modalidades, porém, somente no momento do resgate, o que acaba sendo um diferencial diante de outros fundos de investimentos.

Vale destacar outra vantagem: em caso de falecimento do investidor, os beneficiários podem fazer o resgate de forma mais rápida e prática do que na partilha de bens, que por sua vez, pode levar anos até ser concluída.

A Previdência Privada é classificada como um produto securitário, e por este motivo, não pode fazer parte do inventário.

Seguro de Vida

Todos passam por momentos difíceis. E o seguro de vida existe para garantir proteção financeira nessas fases complicadas.

Imprevistos como acidentes, invalidez temporária, necessidade de tratamento de uma doença permanente ou de uma internação hospitalar podem acontecer.

Em casos como estes, o seguro preserva o titular das preocupações financeiras que ocorrem diante dessas circunstâncias.

E caso o investidor venha a falecer, o seguro ampara os beneficiários previstos em contrato.

Todas as garantias — sejam elas referentes ao falecimento do segurado ou à sua proteção em vida — estão previstas nas apólices, que são os documentos que reúnem todas as informações relacionadas às indenizações, caso esses eventos (denominados sinistros) ocorram.

O valor do seguro é reajustado uma vez ao ano, segundo o acúmulo do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Dessa forma, o investimento permanece corrigido e protegido da inflação.

E aí, valeu a pena aprender sobre investimentos? Antes de mais nada, livre-se de toda e qualquer dívida, evitando o parcelamento e o pagamento mínimo do cartão de crédito.

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