Os investimentos em educação trazem retorno a longo prazo seja ao focar na própria carreira ou na formação dos filhos. Porém, em ambos os casos o planejamento é importante para assegurar recursos suficientes a fim de alcançar os objetivos acadêmicos.
Por isso, preparamos este post para dar a você dicas práticas de como planejar suas finanças e garantir um futuro melhor para você e sua família por meio de investimentos em educação de qualidade. Além disso, você vai saber como um bom Seguro de Vida pode ajudar nessa organização. Confira!
Qual é a importância da educação para sua vida e a dos seus filhos?
Crianças, jovens e adultos necessitam de formação acadêmica adequada para desenvolver competências e habilidades que serão úteis no cotidiano, tanto no exercício da sua cidadania como nas atividades profissionais. A educação também desenvolve as competências necessárias para tomar decisões, manejar ferramentas, organizar seu espaço e entender o impacto que suas ações laborais têm sobre o seu contexto social.
Além disso, a escola cumpre uma função fundamental no desenvolvimento do indivíduo ao permitir que ele vivencie situações diversas e entre em contato com novas culturas e formas de ver o mundo. Isso reflete-se no amadurecimento do aluno no modo como ele enxerga seu contexto sociocultural. Ele passa a entender sua posição dentro da sua comunidade e compreende o papel dela dentro de um contexto mais amplo.
No Brasil, um estudo realizado no estado de Alagoas ainda constatou que a baixa escolaridade afetava diretamente a saúde dos pacientes, sobretudo pela falta de conscientização sobre a forma de cuidar das suas próprias necessidades físicas. Não é segredo, afinal, que a formação acadêmica está relacionada a melhores oportunidades de emprego e a melhores salários — que, em conjunto, proporcionam um padrão de vida mais confortável e financeiramente seguro.
Como planejar os investimentos em educação dos filhos?
Para criar um filho de modo que ele cresça saudável, responsável e atuante na sociedade, são indispensáveis os investimentos em educação. E isso vai além de pagar a mensalidade da escola ou ingressá-lo em cursinhos.
É claro que os gastos com educação dos filhos, por mais básico que seja seu nível, por si só já é um grande desafio — por isso, o planejamento é fundamental. Veja algumas dicas nos próximos tópicos!
1. Poupe com antecedência
Em primeiro lugar, é bom lembrar que, para garantir a segurança financeira dos filhos, é necessário cuidar disso bem antes de eles começarem sua formação acadêmica. O ideal, na verdade, é já ter um valor reservado para escola antes de eles nascerem.
Então, comece a juntar uma reserva para gastos com educação o quanto antes, definindo uma quantia que será poupada a cada mês. O valor dos investimentos em educação traz a vantagem de os pais contarem com os rendimentos sobre rendimentos, ou seja, além de adicionar dinheiro mensalmente, a reserva cresce por meio dos juros.
Na prática, os pais podem decidir poupar por mês o valor correspondente a uma mensalidade da escola. Por exemplo, digamos que o aporte escolhido seja de R$ 200. Quando a criança entrar no ensino fundamental, aos 6 anos de idade, esse valor terá somado cerca de R$ 14 mil, contando com os juros acumulados na poupança. Mas os aportes mensais não podem parar depois de a criança ingressar na escola. É preciso refazer as metas, como veremos a seguir.
2. Estime os gastos e defina metas realistas
Com cálculos simples, você consegue estimar quantos anos são necessários para seu filho terminar a educação básica e o ensino superior. Da educação infantil ao ensino médio, são cerca de 17 anos de estudos. Soma-se a isso cerca de 4 anos do ensino superior, dependendo do curso escolhido.
É importante levar em conta também algumas variáveis em seus investimentos em educação, como aulas de idiomas, atividades esportivas, intercâmbios na graduação, cursos profissionalizantes, entre outras. Existem também outros gastos relacionados ao investimento em educação dos filhos, como materiais didáticos, transporte, alimentação etc.
Além disso, mesmo que seu filho ingresse em uma universidade pública, ainda poderá haver gastos com aluguel, viagens, entre outros, caso ele estude em outra cidade. Esses gastos precisam ser equilibrados com as despesas da família. Assim, é preciso fazer um levantamento de toda a renda familiar e das contas mensais.
Recomenda-se que os gastos por mês com educação não ultrapassem 15% da renda familiar. Por exemplo, um casal com uma receita de R$ 5 mil não deve gastar mais de R$ 750 mensais para pagar escola, cursos, transporte escolar etc.
Fora cobrir esses gastos, também é preciso reservar parte da renda para garantir os investimentos em educação dos pequenos. O ideal é que você tenha um total armazenado para assegurar o ensino acadêmico dos próximos 2 anos. Mas o que fazer se o orçamento da sua família estiver apertado? É hora de rever suas prioridades!
3. Organize seu orçamento familiar
Não há como poupar se o seu salário mal dá para arcar com as despesas atuais. Por isso, é importante organizar suas finanças antes de prosseguir. Isso pode ser feito de forma simples em uma planilha.
Liste todas as suas despesas mensais e todas as fontes de receitas. Após somar todos os gastos e vencimentos, você saberá se está gastando mais do que ganha. Se isso estiver acontecendo, você terá dois caminhos: cortar despesas ou encontrar uma fonte adicional de receita.
Reduzir o montante de gastos mensais pode ser o caminho mais rápido. Veja algumas dicas:
- separe suas despesas por categorias (alimentação, educação, transporte, cuidados pessoais, saúde etc.), pois isso permite descobrir em quais áreas você está gastando mais e em quais delas pode economizar;
- registre todos os gastos, inclusive aqueles com o cafezinho. Você vai ficar surpreso como pequenas compras ao longo do mês podem fazer muita diferença no orçamento familiar;
- tente encontrar despesas não essenciais que poderiam ser cortadas ou substituídas por opções mais baratas, como cancelar a assinatura da TV ou fazer um exercício ao ar livre em vez de ir à academia.
Algumas economias também podem ser feitas com os filhos em relação aos gastos com a escola. Saiba mais nos próximos tópicos.
4. Economize na educação
Economizar na educação não significa abrir mão da qualidade. Na verdade, são pequenos cuidados que podem ser tomados para poupar seus recursos. Reflita sobre os exemplos que separamos.
- Alimentação escolar: comprar lanches e arcar com cinco almoços por semana na cantina da escola pode sair bem caro. A dica aqui é, sempre que possível, mandar alguma coisa de casa. Você vai perceber que, além de gerar economia, isso vai contribuir para uma alimentação mais saudável.
- Mensalidades e matrículas: em vez de pagar mensalidades, você pode informar-se sobre um possível desconto caso pague a anuidade em uma única parcela.
- Transporte escolar: avalie a necessidade de contratar o transporte escolar para o seu filho. Isso vai depender de diversos fatores, como o valor do seu tempo e a distância até a escola. Você também pode encontrar pais e mães que praticam a carona solidária. Assim, cada dia ou semana um pai ou uma mãe fica responsável por levar as crianças.
- Material escolar: se junte a outros pais e compre os materiais no atacado, onde são bem mais baratos. Também avalie o que pode ser reaproveitado do ano anterior, como canetas, estojos, mochilas, lancheiras etc. Outra dica é comprar os livros didáticos de segunda mão.
5. Tenha foco e disciplina
Alcançar e manter a rotina de economizar, colocar as finanças em ordem e poupar não são tarefas fáceis. Ao longo de todos esses anos da criação dos filhos, vão surgir imprevistos, as circunstâncias provavelmente vão mudar, e será necessário fazer ajustes.
Por isso, faça um bom planejamento e tenha metas realistas, inclusive no que se refere ao seu plano de investimentos em educação. Não tome decisões restritivas demais a ponto de comprometer a qualidade de vida da sua família ou privar você de alcançar outros objetivos, como adquirir a casa própria ou mesmo comprar um carro novo.
Esse desenvolvimento pessoal, em termos de foco e disciplina, vai permitir que você aumente sua renda e possibilite uma educação de maior qualidade para os seus filhos.
Por que vale a pena investir também na própria educação?
A força motriz para a multiplicação de patrimônio é o estudo, de modo que, se você precisa de maior folga orçamentária para investimentos em educação dos filhos, não poderá deixar de lado sua própria formação. E nós te explicamos a seguir o porquê.
1. Aumento da competitividade no mercado de trabalho
Ser competitivo é moldar em si mesmo um conjunto de competências que permita a você enfrentar as forças da concorrência de mercado, apresentando-se como diferenciado e interessante à estratégia de qualquer empresa. E isso muda seu salário.
Segundo dados levantados por pesquisadores do Insper, um trabalhador com diploma universitário pode ganhar até 5,7 vezes mais do que os demais.
2. Desenvolvimento de habilidades
Investir em educação amplia sua versatilidade no mercado, criando e lapidando novas habilidades que tornarão você um profissional mais completo, capaz de enxergar a dinâmica empresarial sob seus múltiplos aspectos.
Seria o exemplo de um advogado que faz uma segunda graduação em Tecnologia da Informação (TI) para atuar na área de Direito Digital. Ou de um engenheiro que se especializa em robótica, aproveitando a explosão das novas tecnologias baseadas em Inteligência Artificial (IA).
3. Qualificação da carreira
Você pode também ficar na sua área, mas aprofundar cada vez mais seus conhecimentos. Pode fazer uma pós, cursos no exterior ou participar de conferências e de seminários relevantes ao seu segmento. Tudo isso fortalece sua qualificação na carreira.
Como planejar seus próprios investimentos em educação?
Custear a própria educação é, sim, um investimento, pois trará retorno positivo ao seu bolso em médio e longo prazos. Veja alguns passos importantes que você precisa seguir para conseguir planejar seus investimentos em educação pessoal.
1. Defina seus objetivos profissionais
Se você não sabe aonde deseja ir, vai acabar não indo a lugar nenhum. Isso se aplica perfeitamente ao contexto da formação acadêmica. Antes de qualquer coisa, é necessário pensar em seus objetivos profissionais.
À época do ensino médio, isso envolve escolher um curso universitário. Mas, após a graduação ou quando o indivíduo já está inserido no mercado de trabalho, as decisões em relação a cursos de especialização e treinamentos devem levar em conta sua profissão e sua progressão de carreira.
Ter isso em mente vai ajudar você a decidir se deseja direcionar seus investimentos em educação a um MBA ou a um mestrado, por exemplo.
2. Descubra o retorno do investimento
As decisões em relação à sua formação devem se basear principalmente no retorno financeiro que ela vai gerar. Então, calcule de modo prático quanto precisará investir e qual será o aumento de receita que você vai ter.
Por exemplo, digamos que você precise investir R$ 10 mil em um curso de especialização com duração de 18 meses. Após a conclusão, você terá um aumento de R$ 1,5 mil no seu salário. Então, você levará cerca de 7 meses para recuperar seu investimento. No entanto, depois de 1 ano de formação, você terá R$ 8 mil a mais no bolso.
Mesmo que o retorno não seja tão imediato ou expressivo, lembre-se de que o investimento em educação é um empreendimento de longo prazo. Um título que você conquista com uma formação adicional é levado para toda a sua vida.
3. Saiba quanto você tem para investir
Alguns cursos e treinamentos são mais curtos e pontuais. Outros exigem um comprometimento de longo prazo, como uma graduação ou uma pós. Isso significa que talvez seja necessário adiar planos de viagens, de aquisição de bens e até de ter filhos. Seus investimentos em educação serão as sementes que vão gerar a colheita de tudo isso, porém, mais adiante. Então, vale a pena esperar.
Isso vai afetar também o quanto você tem disponível para arcar com os custos. É preciso equilibrar alguns pontos, como modalidade de ensino (presencial ou a distância), porte da instituição, características do curso etc.
Então, se o curso que você deseja fazer na instituição escolhida está com um valor acima do seu orçamento, pode ser interessante adiar os planos até juntar o montante necessário.
4. Negocie formas de pagamentos
É possível encontrar opções de pagamento bem flexíveis. Algumas instituições permitem que você continue a pagar o investimento mesmo depois de concluir o curso. Em outros casos, dá para buscar financiamentos oferecidos por bancos ou pelo governo, como é o caso do FIES (Fundo de Financiamento Estudantil).
Também é sempre válido buscar instituições públicas de ensino que ofereçam educação de qualidade gratuitamente, como é o caso das universidades federais e estaduais.
Você também pode multiplicar seus investimentos em educação conseguindo bons descontos por meio do pagamento à vista ou do adiantamento das parcelas do curso. Você pode usar tanto sua poupança educacional quanto os adicionais do salário, como 13º, férias e outras bonificações.
5. Crie uma reserva
Como você viu, tudo pode sair muito mais barato quando temos uma quantia para custear à vista o investimento em educação. E é importante lembrar que a formação acadêmica não é uma ação pontual; ao longo de toda a sua carreira, você precisará aperfeiçoar suas habilidades e atualizar seus conhecimentos diversas vezes.
Assim, tenha uma reserva financeira para arcar com seus investimentos em educação. Desse modo, seu desenvolvimento profissional não ficará comprometido ou abandonado ao acaso.
Qual é o papel de um Seguro de Vida ao investir em educação?
O Seguro de Vida integra o planejamento financeiro de investimento em educação ao prover a segurança financeira necessária para garantir renda mesmo diante de imprevistos como incapacidade temporária, diagnóstico de doenças graves ou morte do provedor financeiro. Assim, você tem a certeza de que seus filhos receberão os recursos financeiros de modo imediato, pois o repasse do valor não depende do inventário nem paga Imposto de Renda.
E você sabia que é possível usar o valor do Seguro de Vida para custear a educação dos filhos ou sua própria formação, mesmo que nada aconteça a você? Essa é a vantagem do Seguro de Vida resgatável, que oferece as coberturas comuns aos outros Seguros de Vida tradicionais, ao mesmo tempo em que dá a oportunidade de o segurado reaver parte dos aportes pagos à seguradora. Ele funciona de dois modos:
- após um período de carência definido na apólice (como um prazo de validade), o usuário recebe parte do capital segurado. Quanto maior o tempo de apólice, maior o percentual a que o segurado terá direito de resgatar;
- a proteção não tem prazo para terminar, ou seja, é vitalícia, mas o segurado pode cancelar a apólice quando quiser e solicitar os recursos.
Utilize o Seguro de Vida para garantir os investimentos em educação da família!
A segurança de poder garantir os investimentos em educação mesmo em situações adversas é, sem dúvida, um dos empreendimentos mais importantes que um indivíduo pode fazer a favor de si mesmo e de sua família. Por isso, vale a pena contratar um Seguro de Vida para desfrutar dessa tranquilidade e ter outras vantagens, como contar com um amplo guarda-chuva de proteções, que vão do pagamento do capital aos beneficiários em caso de morte do segurado ao ressarcimento de despesas hospitalares do contratante.
O rol de amparos passa ainda por cobertura em caso de diagnóstico de doenças graves, desconto em medicamentos, diárias por internação hospitalar e até assistência residência.
Simule agora mesmo o seu Seguro de Vida e fique tranquilo com relação aos investimentos na educação de seus filhos agora e no futuro!






