O planejamento familiar é muito importante para garantir uma proteção financeira familiar, mesmo com todos os gastos e imprevistos que podem acontecer envolvendo a família. Embora muitas pessoas conheçam a necessidade de pensar nessa ideia e colocá-la em prática, grande parte não sabe ao certo como fazer isso.
Se esse é o seu caso, não se preocupe! Vamos ajudar você nessa missão. Reunimos informações relevantes sobre a importância do planejamento familiar e como fazer para estruturá-lo com qualidade. Então, é só continuar a leitura!
Qual é a importância do planejamento familiar?
O planejamento familiar diz respeito ao que um casal almeja para a sua família, incluindo diferentes esferas como: número de filhos, reserva financeira, investimento, segurança com relação à saúde, aposentadoria, entre outros aspectos.
Além de desenhar essas perspectivas, planejar os passos da família também envolve pensar nas estratégias para colocar as ações em prática de forma eficiente.
A importância disso é poder ter uma previsão melhor dos fatos que acontecerão na vida. Ter claro o que se deseja e os caminhos a percorrer para conseguir conquistar é fundamental para ter sucesso e viver com mais segurança.
A seguir, falamos um pouco mais sobre como colocar essa ideia em prática de uma maneira eficiente. Continue a leitura!
Como realizar o planejamento familiar de maneira eficiente?
Cada família é única, por isso, algumas ações que funcionam para uma podem não ser eficientes para outra. Entretanto, existem estratégias em comum que tendem a ser eficazes para grande parte dos grupos familiares.
Vamos destacar algumas delas para você conhecer e colocar em prática conforme as suas expectativas e necessidades, sempre fazendo mudanças quando necessário.
1. Pense no que deseja para o futuro
O primeiro passo para construir um planejamento familiar é pensar como você e seu cônjuge se enxergam no futuro. Com filhos? Viajando ou morando em um apartamento mais caro? Investindo em saúde ou preferindo uma boa aposentadoria para cobrir os custos?
Essas decisões são pessoais e devem ser pensadas em conjunto com o núcleo familiar, para que todos possam participar da decisão e das estratégias. Afinal, o plano, de um modo ou de outro, afetará a vida de todos.
2. Crie metas coletivas
Outra ação importante é pensar em metas coletivas para alcançar no planejamento familiar. Vale lembrar que a pessoa que mais recebe salário em casa terá um papel maior financeiramente.
Isso não significa que os outros não possam colaborar de outras formas. Para o planejamento familiar ser alcançado não basta apenas ter dinheiro, é necessário organização e que todas as outras bases que envolvem uma casa e uma família estejam fluindo.
3. Faça um planejamento financeiro familiar

Apesar de todos os pilares se completarem, ter uma boa organização financeira ajuda muito, principalmente quando falamos em planejamento a longo prazo. Por isso, outra importante ação para que o plano familiar seja eficiente é ter um bom roteiro financeiro.
Isso não significa anotar cada centavo gasto. Estamos falando de saber qual é o custo mensal da família, o quanto é necessário ganhar para ter aquilo que se almeja, quais são as possibilidades no emprego em que se está ou como é possível aumentar os rendimentos com uma renda extra.
4. Entenda possíveis complicações
Embora o planejamento familiar seja repleto de sonhos e realizações, é preciso conhecer as possíveis complicações que o envolvem. Essa ação permite que se pense, de forma antecipada, em estratégias caso algo não saia conforme o esperado.
Portanto, pegue um papel e uma caneta e liste todos os possíveis imprevistos que podem atrapalhar os seus planos. Ao lado de cada um deles, esboce algumas reações que você pode ter para ajudar a amenizar o problema até que seja possível retomar o plano.
5. Pense na reserva de emergência
Para os casos acima, que envolvem complicações inesperadas, é sempre importante ter uma reserva de emergência. Mesmo que não sobre muito dinheiro no final do mês, é interessante destinar uma quantia para ser colocada nessa reserva até se atingir um valor seguro.
Alguns especialistas falam em seis meses do custo de vida da família. Essa é apenas uma ideia, pois a sua reserva não vai começar só quando guardar o dinheiro desses seis meses. É importante iniciar mesmo com pouco. Você se surpreenderá com a quantia que é possível acumular, mesmo quando se considera que não seja possível.
Quais cuidados tomar na hora de fazer o planejamento familiar?
O planejamento familiar é uma ótima ação a ser feita e pode trazer muitos benefícios para quem opta por ele. Mas é preciso tomar certos cuidados durante o processo para que tudo saia conforme o esperado. Anote aí alguns deles:
- escute a opinião do seu parceiro ou parceira;
- converse com os filhos e inclua as suas vontades sempre que possível;
- economize dinheiro para acontecimentos inesperados;
- não crie metas que não sejam possíveis de bater;
- contrate boas empresas de seguros;
- prefira começar devagar do que não começar.
Saiba que, por mais que se planeje, algumas vezes nada sai conforme o imaginado. Isso não é motivo para desespero ou para desistir.
Caso aconteça com você, organize as ideias, veja quais foram os motivos que fizeram o seu planejamento não sair como o esperado, refaça os planos e comece novamente. O importante é sempre poder replanejar e adaptar as situações à realidade vivida.
Os erros mais comuns no orçamento doméstico familiar
Desenhar o planejamento familiar é o primeiro passo para se organizar. Porém, é preciso considerar também que a falta de controle sobre o que se gasta pode te levar a prejuízos financeiros, a acumular dívidas enormes e passar maus bocados. Confira a seguir os 8 erros comuns que comprometem o orçamento doméstico familiar e que podem atrapalhar a saúde financeira e a paz do seu lar.
1. Tratar gastos fixos como se fossem inalteráveis
É comum tratar certos gastos — como água, luz, supermercado e carro — como se fossem inalteráveis, ou seja, como se não pudessem ser modificados. Por exemplo, você pode reduzir seu consumo de energia elétrica (principalmente considerando os constantes aumentos no valor dela), não pode? Que tal fazer um pacto em casa para banhos mais curtos, não deixar as luzes acesas à toa e a torneira aberta na hora de escovar os dentes? A economia começa com seu exemplo, e seus filhos aprenderão com ele!
Da mesma maneira, as contas com supermercado também podem ser menores. Como? Priorize alimentos saudáveis (que costumam ser mais baratos também!), como verduras, legumes e frutas. E por que não reduzir os pacotes de biscoito recheado e outras guloseimas? Deixe-as só para os fins de semana e estimule hábitos saudáveis em seus filhos enquanto economiza.
E o que acha de gastar menos combustível? Se vai à padaria ou à farmácia da esquina, por que tirar o carro da garagem? Fazendo isso, você estará ajudando a sua saúde, o meio ambiente e o bolso.
2. Desconsiderar os gastos do dia a dia
Existem pequenos gastos que fazemos no dia a dia e que não consideramos para controle de orçamento. Lembre que eles podem fazer muita diferença ao final do mês, afinal, seus custos serão somados durante 30 dias. Avalie quais são essas despesas — do cafezinho depois do almoço à manicure — e estipule um valor máximo para elas. Procure, então, obedecer a esse limite!
3. Achar você só pode se divertir se pagar
As preferências das pessoas em relação a lazer e entretenimento variam. Independentemente de quais sejam as suas preferências de lazer, procure reduzir alguns gastos supérfluos com elas.
Existem maneiras de se divertir que não exigem que você sequer coloque a mão no bolso! Quer ver? Por que andar de bicicleta na praça com seus filhos, bater papo com os amigos, visitar uma biblioteca ou museu gratuitos? O passeio será mais saudável e cultural do que passar o dia inteiro no shopping, sendo induzido a comprar o que não precisa!
4. Não fazer uma reserva financeira
Você já sabe da importância de poupar, não é mesmo? Manter uma reserva para situações emergenciais, ou mesmo para aplicar em algum investimento, é coisa de quem planeja e é prudente.
De sua renda mensal, separe um valor para necessidades imprevistas, como problemas de saúde (afinal de contas, ninguém está livre deles!) e despesas maiores com a educação dos seus filhos. Você também pode economizar para comprar algum bem, como um imóvel. E que tal considerar a possibilidade de fazer uma previdência privada para te dar maior suporte na hora da aposentadoria, ou contratar um Seguro de Vida para o conforto da sua família?
Mesmo se você não entende de investimentos, pode aplicar um dinheirinho em um título de renda fixa, como CDB ou Tesouro Direto, que oferecem bons lucros e menos riscos.
5. Fazer compras parceladas
Hoje é muito fácil comprar, pois as empresas oferecem a possibilidade de parcelamento. Essa facilidade te dá a impressão de que o seu poder aquisitivo aumentou, mas não se engane! Comprar tudo a prazo pode ser o caminho mais curto para se endividar.
Em alguns casos, realmente, as compras parceladas podem ajudar o consumidor, mas é preciso diferenciar esses momentos daqueles em que você fica tentado a comprar porque acha que pode. Muitas pessoas possuem vários cartões de crédito (e ainda têm aqueles específicos de lojas). Por isso, é muito fácil perder o controle sobre gastos feitos assim.
6. Recorrer a empréstimos
Atualmente, também é muito comum recorrer aos empréstimos. Existem muitas instituições financeiras oferecendo empréstimos de diferentes tipos. Existem empréstimos para autônomos, pensionistas e aposentados, funcionários públicos, empregados de empresas privadas e muitos outros. No caso dos empréstimos consignados, as parcelas já vêm descontadas no salário do consumidor.
Os juros de empréstimos podem realmente ser muito altos e comprometer seriamente o orçamento familiar. Empréstimos consignados, devido à segurança que oferecem às instituições financiadoras, costumam ser mais baixos. Seja como for, cuidado com eles!
Fazer empréstimos em bancos para pagar dívidas nem sempre é a melhor solução. Talvez seja mais seguro pedir empréstimo a um parente ou amigo ou até vender algum bem supérfluo.
7. Ostentar um padrão de vida que não é o seu
Esse é um comportamento bastante comum no Brasil: exibir uma falsa imagem de riqueza. Por exemplo, aproveitando os financiamentos de veículos, muitos consumidores compram carros para pagar em 60 meses, mas dificilmente conseguem concluir o pagamento de todas as parcelas.
Há uma regra de ouro nas finanças: viva conforme sua própria renda e realidade, e não baseado no que você vê na novela. Aprender a ser feliz com o que se tem é o primeiro passo para evitar as frustrações, as dívidas e os conflitos familiares por causa do dinheiro. Pense bem: de que adianta ter um automóvel de luxo e viver perseguido por dívidas e cobradores?
8. Não cortar definitivamente certos gastos
Quando se trata de dinheiro, especialmente em períodos de crise econômica, muitas vezes é preciso ser rigoroso. Para que manter gastos desnecessários, como comprar aparelhos de ginástica que você nunca usará ou alimentos que prejudicam a saúde dos seus filhos? Risque tudo isso do seu orçamento familiar e reinvente sua maneira de viver — mais simples, mais feliz, mais pé no chão. Menos é mais é uma sabedoria que poderá trazer resultados surpreendentes na sua vida! Tente!
Por que investir em seguro e previdência?
Nosso último tópico sobre planejamento familiar foi reservado especialmente para falarmos sobre a importância de investir em Seguro de Vida e previdência.
Muitas vezes, famílias têm belos planejamentos de vida, mas, por algum acidente ou mudança repentina, precisam se desfazer de metas já conquistadas ou abrir mão de seu patrimônio.
Para evitar ou amenizar os prejuízos, é fundamental contar com diferentes tipos de seguros e uma boa previdência privada, que garantam uma aposentadoria e uma melhor idade mais tranquila. Alguns tipos de seguros que podem ser feitos são:
- morte;
- invalidez;
- sobrevivência (previdência privada);
- seguro para usar em vida.
Por fim, para evitar surpresas desagradáveis, é importante contratar os seguros de uma empresa séria e sólida, como a MAG Seguros, que tem experiência e credibilidade no mercado. Portanto, sempre verifique o histórico da organização.
Pensar em um planejamento familiar, seja a curto ou longo prazo, é essencial para se ter uma organização que permita alcançar objetivos que talvez não fossem possíveis sem ele.
Colocar em prática ações planejadas traz uma ideia melhor do que se espera a cada dia. Isso é muito positivo, pois diminui as chances de imprevistos e contribui para se viver de uma maneira mais segura. Está esperando o que para colocar as ideias em prática?







